Investigação experimental das propriedades termomecânicas de pastas de cimento aditivadas com Poliuretana (PU) submetidas à elevada temperatura.

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04-006 Wendell Rossine Medeiros de Souza Silva, I.B.(Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte); Martinelli, A.E.(Universidade Federal do Rio Grande do Norte); Freitas, J.C.(Universidade Federal do Rio Grande do Norte); de Souza, W.R.(Universidade Federal Rural do Semi-Árido); Torres, S.M.(Universidade Federal da Paraíba); O cimento Portland usado na cimentação profunda, injeção de vapor ou em poços geotérmicos é conhecido por apresentar um comportamento de retrogressão da força de resistência a uma temperatura crítica superior de 230°F. O objetivo deste trabalho é estudar uma metodologia experimental com o intuito de descrever o efeito da adição de diferentes concentrações de um polímero (Poliuretana - PU) e da sílica no percentual de 40% em 4 pastas de cimento quanto submetidos à elevada temperatura de 300°C através da investigação das propriedades termomecânicas. As 4 formulação foram: PUO (referência e sem PU) e as aditivadas com PU nas proporção de 1gpc, 2gpc e 3gpc, denominadas respectivamente de PU1, PU2 e PU3, curadas com 14 e 28 dias Laboratório de Cimentos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. As propriedades mecânicas foram analisadas pelo de ensaio de resistência à compressão, ensaio de resistência à tração, ensaio de frequência de ressonância e ensaio ultrassônico. As propriedades térmicas foram investigadas pelo estudo do comportamento do coeficiente de expansão térmica linear (CTE) no ensaio de dilatometria. As identificações cristalográficas, nas condições de alta temperatura, realizaram-se pela Difração de Raios - X (DRX) e Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV - FEG ZEIZZ). Assim, a resistência à compressão e à tração decresceu nas amostras aditivadas com PU, com exceção da PU2 no tempo de 28 dias de cura. As formulações com 28 dias demonstraram melhores resultados na análise do módulo de elasticidade e o Poisson, destacando a PU2 entre as aditivadas. Com 28 dias as amostras também apresentaram resultados satisfatórios quando comparados as com 14 dias no DRX (picos de xonotlite) e no MEV - FEG. No ensaio de dilatometria, o CTE nas formulações comportou-se de forma diferente e não-linear, apresentando os melhores resultados na PU1 com 14 dias e na PU2 com 28 dias cura.
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